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Divagações, Diatribes e outros Semelhantes

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Eleições

Get it?E lá acabámos com um governo PSD.

Não é que faça diferença, que o país está entregue ao FMI... Fosse quem fosse pra cadeira, não vai governar merda nenhuma, só vai cumprir ordens.

Pensando bem, até pode ser que seja melhor assim!

Ao menos as hipóteses de fazer asneira são menores!

Desta vez nem votei.
Sentado ao computador estava e sentado ao computador fiquei.

O líder do meu partido disse na televisão aqui há uns meses (talvez dois) que não faria diferença nenhuma quem ganhasse, porque fosse quem fosse teria que tomar as mesmas medidas, cumprir as mesmas ordens.

Ora, se a pessoa a quem eu dou o meu apoio acha que não vale a pena, o que é que eu, mero mortal, hei-de achar?

sábado, 4 de junho de 2011

Deixem o Panda morrer

Aquilo... é um bifeOs humanos agarram-se a tudo o que seja fofinho.
O urso panda (note-se aquela primeira palavra no nome do bicho) é um animal em vias de extinção.

É verdade que os humanos desflorestaram uma parte considerável do habitat do bicho.
É verdade que eles foram muito caçados pela sua pele.

Mas mais importante que isso, é verdade que o panda quer morrer.

Verdade verdade é que o panda é um urso, não é uma vaca. Há pouco tempo (biologicamente falando claro, dado que foram encontrados túmulos de realeza chinesa com pandas lá dentro com mais de 4000 anos de idade) os pandas decidiram virar vegetarianos. Se repararem na imagem em anexo, vão ver que os pandas até comem bifes. Prova pra quem tem pachorra, aqui.

Note-se que um panda a comer bambu é um bocado como as gajas a comerem gelado ao balde quando são traídas pelos namorados, não é a sua dieta normal... é só comida de desespero.

Mas não, os humanos não querem deixar o panda morrer.
Em 50 anos que temos pandas nos zoos, nasceram ao todo menos de 200 pandas em cativeiro. Mortes? 300.
Em comparação, os elefantes que também estão em vias de extinção? Mais de mil e quinhentos nascidos nos mesmos 50 anos.

Os humanos são meio-milhão por dia.

A natureza já percebeu que o panda não funciona.
Não hiberna, não consegue acumular gordura, precisa de três tipos de bambu diferentes no seu habitat natural (ao contrário das outras raças que basta 1 alimento... o leão come gazela todo o ano e não diz que tá farto), não se mexe depressa, não é o topo da cadeia alimentar.
E até é meio burro.
Nunca vai chegar aos pés de um chimpanzé ou um golfinho. É mais ou menos o mesmo que um cão.
O próprio panda já percebeu que não funciona...
Mas os humanos não se querem aperceber disso.

Quando em cativeiro, os pandas perdem a vontade sexual, que só de si já era pouca.
E o que é que os humanos fazem? Dão-lhes Viagra! E filmes pornográficos! Não, a sério!

E mais, sabiam que os pandas atacam humanos? Em média 10 ataques por ano...

Em suma, o panda tal como a orca e um sem fim de outros animais, não passa de um monte de humanos a verem o que querem ver em vez da realidade.

Nós graças a deus sempre tivemos esta mania e infelizmente não a vamos perder tão depressa.

domingo, 8 de maio de 2011

Decotes

Mamas!Aparentemente é do conhecimento público que cada homem tem a sua área de preferência no que toca ao corpo feminino.

A minha, como facilmente se discerne pela imagem acompanhante, são seios.
Ou como se diz no vernáculo corrente, mamas.

Desde pequeno, sem nenhuma razão específica de porquê nem porque não, sinto-me algo mais atraído pelas curvas peitorais femininas.

Um destes dias estava uma colega minha a queixar-se de que o seu vestido (farda de uso obrigado pela entidade patronal) estava a alargar na zona dos ombros. Resultado de tal alargamento, nota-se uma maior exposição dos seus dotes mamários.
Uma colega que é da mesma altura que ela dizia que não, não se vê nada, é só impressão tua, enquanto que outra, quase um palmo mais alta, dizia que sim, nota-se e bem, mas até não fica feio, porque não há mamilos e o sutiã não é vergonhoso e não sei o quê não sei das quantas.

E lá estava eu, meio com medo de responder...

Gera-se daqui o meu medo. Será que o facto de eu já ter reparado na referida maior visibilidade viria do facto que estava sim notavelmente alargado, ou será que se devia à minha preferência?

É que estas conversas pseudoíntimas trazem sempre água no bico.
Ou digo o que realmente penso, arriscando-me a ficar mal visto ou até lascivo, ou minto e dizer que não, cá mamas cá nada, arriscando-me a expor a dita colega a olhares alheios e menos educados do que o meu?

É que a única verdade absoluta em relação a homens e mulheres é que toda a gente olha e toda a gente sabe disso... mas nem tudo é para se dizer.

Quando uma rapariga sai à noite com um vestido decotado a expor os seus atributos maternais, já está implícito que dito decote vai atrair atenção.
Há um certo orgulho próprio em saber que sim senhor, eu tenho um belo par, mas isso rapidamente degenera em mau gosto quando algum mais bêbado grita, "grandes tetas!"
Aí a resposta é logo porco, sem-vergonha, nojento!
Mas porra, não usaste o vestido porque querias que olhassem?
E chapada pra cá, apalpão pra lá e chegam seguranças e lá vai o coitado arrastado para a rua, provavelmente ainda lhe enfiam um pontapé nas costelas, quando a única coisa que o triste fez foi comentar sobre uma coisa que estava à vista de todos!

Também existe o reverso da medalha, aquele que se põe na varanda por cima da pista de dança só para poder expiar os balões das meninas...

É tudo muito complicado e a verdade crua nunca deve ser dita... por muito perfeitos que sejam os globos em questão.

No caso da colega, tomei a via diplomática.
Por ser mais alto que tu, noto sim. Não fica feio, não é uma abertura exagerada e vê-se muito menos que um bikini, mas se te sentes desconfortável, manda uns pontinhos aí que isso resolve. Considerando que te baixas várias vezes por dia (a referida colega serve à mesa, seus puritanos) se calhar é capaz de ser melhor isso do que levares o dia todo com a paranóia.

Parece que acertei, porque ninguém se ofendeu...

sábado, 7 de maio de 2011

Raging Boll

tada!Apanhei um filme dele na televisão e não resisti a mandar boca.

Já todos vimos, mesmo que não nos tenhamos apercebido, pelo menos um filme do Uwe Boll. Conhecido pelas suas péssimas adaptações de videojogos, a sua (in)fama é tão grande que uma das categorias da gala de prémios da X-Play é "jogo mais merecedor de uma adaptação cinematográfica por Uwe Boll". Os seus filmes ocupam frequentemente nas listas de piores 100 de todos os tempos (se não me falha a memória há cinco filmes dele no Bottom 100 do IMDB.com) e é um nome que mete medo a todas as companhias de jogos da actualidade.

A Blizzard Entertainment respondeu à tentativa de compra dos direitos do World of Warcraft com "We will not sell the movie rights, not to you…especially not to you."
Agora digam-me lá que isto não é uma resposta de ouro... ainda por cima vindo das pessoas que patrocinaram e participaram num episódio de South Park.

Mas acho que algumas/a maioria/todas as pessoas não percebem o que realmente é o cinema segundo Uwe Boll.

Os filmes de Boll são tal e qual os jogos que retratam. Divertidos, exagerados, por vezes violentos, e tão sem sentido quanto o material original.

Quando se pega num jogo como "House of the Dead" que é em tudo e nada mais que matar zombies em sequência, sem sequer conseguir mexer o boneco, só mesmo apontar a arma pro ecrã, do que é que se está à espera?

Quando se pega num jogo como o original "Alone in the Dark" que é em tudo e nada mais que matar zombies em sequência, (já ouviram falar em dejá vu?) o que mais é que se pode esperar?

E quando se pega num jogo como "BloodRayne", que é em tudo e nada mais que matar zombies em sequência, se bem que estes estão a tentar ressuscitar o Hitler, o que raio é que queriam que fosse o filme?

Uwe Boll acerta em tudo o que faz estes jogos grandes, mas que as pessoas tem vergonha de admitir.

Sangue, tripas, mamas e ainda mais sangue, com mortes bastantes para fazer todos os cangalheiros do país esfregarem as mãos de felicidade, um excesso de clichés, e um humor muito, mas muito negro, dão um ar divertidíssimo a todos os mencionados acima.

E não é só no grande ecrã que Boll é um exagerado.

Boll desafiou os cinco maiores críticos dos seus filmes para um combate de boxe. Aquando do lançamento de Postal, um jogo em que a personagem principal basicamente se passa, Boll foi para a TV chamar nomes a Michael Bay, Eli Roth e George Clooney...
Na minha humilde opinião, foi uma campanha super-apropriada.
Roth respondeu que os comentários de Boll foram o ponto mais alto da sua carreira, ao que Boll replicou que Roth é um dos poucos que tem sentido de humor.

Não percebo como é que não se percebe que o homem anda numa enorme campanha de gozo.

Para finalizar deixo mais uma prova de que o homem é só avacalhar.
Boll lançou uma petição online. Se chegasse a um milhão de assinaturas, ele iria reformar-se, desistir do cinema.

Isto já foi em Abril de 2008 e à data ela conta com 363888 assinaturas totais...

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Branca

Eu detesto quando isto me acontece...
Andei o dia todo cheio de ideias, coisas para escrever no blog, alguns 7 tópicos bem à vontade, pra compensar a falta de notícias estes últimos dias. Lembro-me que eram sete porque me lembro de pensar que tinha um para cada dia de semana, e agora só voltava a escrever no próximo Sábado.

E cá estou eu, sentado ao computador e... nada.

Não me lembro de absolutamente nada daquilo que ia escrever.
Isto é pra lá de bizarro.

Quer dizer, eu ainda sou muito novo para Alzheimer's, portanto não é por aí.
Também não me parece que seja hipnose, nem amnésia...

Verdade verdade é que não me lembra o que raio é que eu ia dizer.

A ver se amanhã as luzes se re-acendem!