DDoS

Divagações, Diatribes e outros Semelhantes

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Teologia

O meu deus tem um martelo.
O teu está pregado à cruz.
Faz as contas.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

 
WAAAGH!!!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Dia do Pai

Começo por dizer que a fotografia não tem absolutamente nada a ver com o assunto, mas estava à procura de presépios e encontrei isto... no fim explico a piada. 

Oras, para todos aqueles que como eu estão baralhados com esta coisa do dia do pai, deixem-me relembrar-vos que o dia do pai em Portugal é a 19 de Março.

Assim como a Espanha e a Itália entre outros, o dia do pai celebra-se no dia de S. José, marido de Nossa Senhora e o gajo que sustentava a casa onde Jesus cresceu.

O que me parece meio bizarro... então nós celebramos o dia do pai no dia do santo que ficou famoso exatamente por não ser o pai?

Mas nós pelo menos ainda podemos dizer que temos tradição! No Brasil nos anos 50 houve um publicitário qualquer que decidiu que faltava um dia do pai no calendário e pimba! Fez-se um feriado! Sem haver tradição, sem haver razão, só porque apeteceu.

Nos Usas o dia do pai só se tornou oficial em 1972... O que significa que os nossos pais quando eram pequenos não festejaram esse dia/feriado/acontecimento.

Isto no fundo no fundo, como o caso do Brasil mostra perfeitamente, não passa de mais um falso Natal. Mais uma época pra nos fazer gastar dinheiro, para nos fazer comprar merdas que não lembram a ninguém, tralhas que ninguém precisa e mais um dia pra criar situações embaraçosas porque este ou aquele se esquece.
É mais uma comercialização, uma maneira de nos puxar pelas emoções pra nos fazer gastar dinheiro por culpa.

"Se eu gastar 200 euros numa prenda será que o meu pai vai saber que gosto dele? Ou será que não é caro o suficiente?"

Pai não tem dia, pai não despe a farda ao fim do dia e deixa de ser pai até ao próximo turno de serviço. Pai é pai todo o ano e não deve ser lembrado só num dia específico...
Deixar o pai para um dia definido no calendário não é uma celebração, é um insulto.

domingo, 17 de junho de 2012

Filmes de Sábado à Noite - A Thousand Words

Vi este hoje e ainda não sei se gostei ou não...

É dos tais.

A história em si é simples, faz lembrar o Liar Liar do Jim Carrey e até certo ponto o Shallow Hal do Jack Black, em que o personagem principal é obrigado a viver a vida de um modo diferente do habitual. Mas tem um twist (tal como os dois exemplos) de drama no meio da comédia.

Neste caso, há uma árvore que perde uma folha por cada palavra que ele diz e quando não houver mais folhas, não há mais ele.
Quando chegar ao fim do filme vai ter que fazer as pazes com a mãe, a mulher e reconciliar a vida que levava com a vida que deveria levar, enfim, o costume.

Por causa do limite de palavras, o filme mostra Eddie Murphy num tipo de papel que não lhe é nada habitual, o de ator físico, mais slapstick que verbal, mais visual por si só em vez de fatos gordos ou maquilhagem de velha.

É de se notar que o filme foi um falhanço total de bilheteiras. Custou 40 milhões e nem chegou a lucrar metade, portanto foi um atirar dinheiro à rua. Não há uma crítica positiva que seja no Rotten Tomatoes e a maior falha é que "sem a voz, o filme é um desperdício de Eddie Murphy".



E eu pergunto-me: será que isso é assim tão mau?

É que, eu não conheço o Eddie Murphy do Saturday Night Live, nem o do 48 horas, nem do Caça-Polícias. Essas coisas são de antes do meu tempo...

O Eddie Murphy que eu me lembro é o do Harlem Nights e do Coming to America (que gostei), do Professor Chanfrado (que detestei), do Bowfinger (que também detestei), do Dr. Dolittle (que foi assim-assim) . Já pra não esquecer que é a voz do burro do Shrek.
E de um sem-fim de porcarias familiares, tipo o Pluto Nash, o Daddy Day Care e as não sei quantas sequels dos que já disse acima.

Posto estes maus exemplos até achei que este Eddie estava bastante bom, com uma comédia sólida, piadas bastantes e um fim mais ou menos previsível, como é de esperar deste género.

No final de contas, a hora e meia gasta a ver o filme não me pareceu um desperdício de tempo, pelo que declaro que se calhar até sou capaz de ter gostado.

sábado, 16 de junho de 2012

Subnormality

Não é minha, nem de perto nem de longe, mas achei interessante.